segunda-feira, 9 de março de 2009

OS "BIPS" DO WINDOWS

Bips de Placa mãe !
A sua MotherBoard faz muito barulho? Ela pode estar a tentar dizer-lhe alguma coisa!!!
O seu PC não inicia e está constantemente a fazer ruídos – bip. Acredite ou não, esta é a forma de ele se comunicar e avisar que há problemas na máquina. O número de bips que se ouve e a duração dos mesmos determinam o tipo de problema que o seu PC está a ter. Não podemos oferecer um tradutor à altura, mas podemos fornecer-lhe um guia que explica a razão dos “bips” mais comuns.
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Uma confusão de sons. Os bips são gerados pela BIOS do seu PC e são difundidos através da coluna interna da máquina para que você os consiga ouvir, mesmo se não tiver uma placa de som.
Códigos bip da BIOS AMI
Bips: Nenhum. Problema: deverá sempre ouvir um bip no boot. Nenhum som quer dizer que existe um problema na coluna, na motherboard ou que uma fonte de alimentação está estragada. Solução: verifique as ligações da coluna e da fonte de alimentação. Faça as substituições necessárias. Se isto falhar, substitua a motherboard.
Bips: Um curto. Problema: refresh da RAM; interrupção no relógio ou problemas no controlador. Solução: substitua a motherboard.
Bips: Dois curtos ou três curtos. Problema: indica problemas de memória. Se tiver imagem, procure mensagens de erro. Solução: verifique se os chips de memória estão bem presos ou substitua a memória.
Bips: Quatro curtos. Problema: avaria do relógio do sistema. Solução: substitua a motherboard.
Bips: Cinco curtos. Problema: avaria da CPU. Solução: substitua o processador.
Bips: Seis curtos. Problema: erro do teclado. Solução: substitua o mesmo. Se continuar, o chip pode precisar de ser substituído. Se persistir, substitua a motherboard.
Bips: Sete curtos. Problema: erro do CPU. Solução: substitua o CPU e/ou a motherboard.
Bips: Oito curtos. Problema: avaria da placa gráfica. Solução: veja se a placa gráfica está bem presa e tente outra vez – se persistir, substitua a placa.
Bips: Nove curtos. Problema: erro de ROM checksum. A ROM da BIOS está danificada. Solução: substitua a ROM da BIOS. Talvez seja mais fácil substituir a motherboard.
Bips: Dez curtos. Problema: algo se passa com o CMOS. Solução: substitua a motherboard.
Bips: Onze curtos. Problema: avaria de memória cache L2. O seu PC desligou-a. Solução: substitua a memória cache L2 e, se necessário, a motherboard.
Bips: Um longo, três curtos. Problema: falha no teste de memória RAM, durante os primeiros 64K. Solução: substitua a RAM e, se necessário, a motherboard.
Bips: Um longo, oito curtos. Problema: erro no monitor. Avaria da placa gráfica. Solução: substitua-a. Se isto falhar, substitua a motherboard ou tente usar um adaptador numa slot PCI.
Para informação sobre a BIOS da Phoenix e da Award visite o site www.phoenix.com
Esta comunicação auditiva surge sempre para o caso de não haver qualquer informação no ecrã. Por exemplo, se a sua placa gráfica estiver estragada, o seu PC não pode apresentar uma mensagem de erro no ecrã, ou seja, a única forma que este tem de comunicar-se é através dos bips da BIOS. Para o caso de pensar que, quando não aparece qualquer mensagem de erro no ecrã, o erro está sempre na placa gráfica, tenha em conta a existência de outros problemas que podem impedir a sua tela de se iniciar. Um cabo desligado é o exemplo mais óbvio, mas pode também tratar-se de uma avaria na motherboard ou da avaria de um dispositivo que seja crucial para o power on self test (POST).O significado dos bips depende da sua BIOS e muitas vezes da sua motherboard. As BIOS usadas habitualmente são da Award, da Phoenix e da AMI (American Megatrends).
A BIOS da Award é uma das mais utilizadas hoje em dia. A Award foi recentemente adquirida pela Phoenix, por isso pode obter informações sobre ambas em www.phoenix.com. Para informações sobre a BIOS American Megatrends, vá para www.ami.com. Antes de ir seja onde for, porém, examine o manual da sua motherboard. Este inclui detalhes sobre a BIOS específicos da sua motherboard e como tal é a fonte mais exata e precisa que poderá consultar. As BIOS da Phoenix em particular variam de dispositivo para dispositivo, mas todas as três têm diferenças sutis de PC para PC.
Códigos bip da Phoenix
Bips: 1,1,3. Problema: falha no CMOS. Solução: substitua a motherboard.
Bips: 1,1,4. Problema: falha da BIOS. Solução: substitua-a. Pode ser mais fácil substituir a motherboard.
Bips: 1,2,1. Problema: relógio. Solução: substitua a motherboard.
Bips: 1, 2,2 ou 1,2,3 ou 1,3,1 ou 1,3,4 ou 1,4,1 ou 4,2,1 ou 4,3,1 ou 4,3,2 ou 4,3,3. Problema: erro da motherboard. Solução: substitua a motherboard.
Bips: 1,3,3. Problema: memória. Solução: volte a colocar ou substitua a RAM.
Bips: 1,4,2. Problema: falha da memória. Solução: Teste e substitua a RAM.
Bips: 2, qualquer som. Problema: quaisquer bips depois de dois indicam problemas de memória. Solução: corra um utilitário de verificação de memória (se puder) e depois substitua a sua RAM, se necessário.
Bips: 3,1, qualquer som. Problema: a sua motherboard tem um chip defeituoso. Solução: substitua a motherboard.
Bips: 3,2,4. Problema: erro do controlador do teclado. Solução: substitua o teclado, o chip controlador ou a motherboard.
Bips: 3,3,4. Problema: não há placa gráfica. Solução: volte a colocar ou substitua a placa gráfica.
Bips: 4,2,2 ou 4,2,3. Problema: falha do teclado. Solução: substitua o teclado. Se persistir, o problema é a motherboard. Substitua-a.
Bips: 4,2,4. Problema: placa de expansão. Solução: Remova todas as placas de expansão e depois coloque-as uma a uma até encontrar a defeituosa. Depois substitua-a.
Bips: 4,3,4. Problema: erro de relógio. Solução: reponha o relógio da motherboard usando o programa de setup. Substitua a bateria do CMOS, se for necessário. Se isso falhar, substitua a fonte de alimentação.
Bips: 4,4,1 ou 4,4,2. Problema: erro da porta série. Solução: use o manual da motherboard para desligar as portas série e acrescente uma placa I/O para as substituir.
Bips: 4,4,3. Problema: co-processador matemático avariado. Solução: use um programa de diagnósticos de baixo nível para confirmar a origem do problema. Depois desligue-o, pode – se provavelmente passar sem ele.
Problemas com a motherboard?
Esses bips estranhos são a sua motherboard a tentar comunicar consigo. As tabelas mostram códigos de bip comuns das três BIOS. Umas falam mais do que outras. A Award é a que fala mais suavemente, emitindo bips apenas quando a tela estiver afectada. As outras duas requerem que conte os bips e os distinga entre longos e curtos. Provavelmente precisará de reiniciar umas poucas vezes a sua máquina para confirmar os códigos mais compridos.
Se o código indica que uma peça de hardware está avariada, tente removê-la e voltar a colocá-la. A dilatação e a contração podem alargar os componentes e soltá-los. Se isto não funcionar, precisa de substituir o hardware em causa. Muitos códigos indicam problemas de motherboard. Tente voltar a colocar os vários componentes antes de a declarar morta.
Award BIOS
Bips: Um longo. Problema: algo se passa com a memória. Solução: remova a RAM e volte a colocá-la.
Bips: Um longo, dois curtos ou um longo e três curtos. Problema: placa gráfica ou a memória desta última. Solução: substitua a placa gráfica ou a sua memória.
Bips: Contínuo. Problema: isto é causado normalmente por um problema de memória, mas também pode indicar problemas de vídeo. Solução: volte a colocar ou substitua a memória e/ou a placa gráfica.
A única coisa ruim nesta ferramenta de diagnóstico, ou seja, o "BIP" é que normalmente quando ele ocorre com freqüência ou com intensidade há a necessidade da troca da placa-mãe, porque quase sempre o defeito é oriundo dela.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Drivers - Efetuando a comunicação entre hardware e software

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009



Os grandes responsáveis pelo funcionamento das placas do computador não são tão assustadores.
Você já deve ter visto a palavra “driver” em muitos lugares, porém nunca soube o que eles realmente são, para que servem e qual a mágica deles. Então afinal, que bicho é esse que sempre complica a vida dos usuários? Definindo de uma forma simples, o driver é um pequeno arquivo que conecta o sistema operacional diretamente com os componentes de hardware do PC.
Por exemplo, se você tem uma placa de vídeo instalada em seu computador, ela precisa se entender com o sistema operacional para poder receber as instruções e processar tudo corretamente; e é justamente isto que o driver faz, uma ponte entre os dois. O driver dá instruções ao sistema operacional, de como o componente físico se comporta e de que forma o sistema deve trabalhar em conjunto para fornecer os melhores resultados a você.
Em placas de vídeo, principalmente, os drivers são indispensáveis, pois as tecnologias (DirectX 10, OpenGL 2.1, PhysX, etc) que as novas placas utilizam para que os games reproduzam efeitos especiais são muito avançadas e precisam de instruções bem detalhadas.

Drivers básicos
Se você parar para analisar, o Windows consegue fazer alguns componentes de hardware funcionar — mesmo que de maneira simples — sem instalar qualquer driver. Na verdade ele consegue essa façanha, graças aos drivers básicos, que nada mais são do que drivers comuns a qualquer placa. Por exemplo, o driver básico (também conhecido como genérico ou padrão) de vídeo, tem instruções pré-estabelecidas que definem que qualquer placa de vídeo suporta a resolução de 640x480 e consegue reproduzir 16 cores.

Sistema Operacional
Cada sistema operacional usa drivers diferentes e é aí que mora o problema, pois os fabricantes raramente criam um arquivo universal para todos os sistemas. Quem acaba tendo o trabalha de ficar procurando por drivers é o usuário, e o maior incômodo é quando não se encontra os drivers na página do fabricante.
Esses problemas que geralmente ocorrem devido à incompatibilidade dos sistemas operacionais e drivers são mais comuns no Windows — pois um driver para o Windows 2000 em geral será diferente do driver par ao Windows XP ou Vista.
Já o Linux é bem diferente, pois por ser um sistema de código aberto, os drivers são facilmente criados por usuários mais experts em programação, e mais, as distribuições de Linux, em geral, vêm capacitadas a utilizar quase que automaticamente qualquer componente dos computadores atuais, sem a necessidade de instalar os tais drivers.
Versão 64 bits
Com o surgimento dos sistemas operacionais de 64 bits, os drivers tiveram de sofrer alterações também. É muito comum haver incompatibilidades quando se utiliza algum sistema de 64 bits, visto que alguns fabricantes de placas e componentes não criaram versões de seus drivers para os novos sistemas (Vista 64 bits e XP 64 bits).

Sistema Operacional
Cada sistema operacional usa drivers diferentes e é aí que mora o problema, pois os fabricantes raramente criam um arquivo universal para todos os sistemas. Quem acaba tendo o trabalha de ficar procurando por drivers é o usuário, e o maior incômodo é quando não se encontra os drivers na página do fabricante.
Esses problemas que geralmente ocorrem devido à incompatibilidade dos sistemas operacionais e drivers são mais comuns no Windows — pois um driver para o Windows 2000 em geral será diferente do driver par ao Windows XP ou Vista.
Já o Linux é bem diferente, pois por ser um sistema de código aberto, os drivers são facilmente criados por usuários mais experts em programação, e mais, as distribuições de Linux, em geral, vêm capacitadas a utilizar quase que automaticamente qualquer componente dos computadores atuais, sem a necessidade de instalar os tais drivers.

Por que sistemas 64 bits precisam de drivers diferentes, sendo que as placas são as mesmas? A resposta é fácil: o sistema se comunica com o dobro de bits com as placas do computador, o que requisita um driver devidamente instruído para tal tarefa. Ainda que os sistemas operacionais de 64 bits consigam executar programas de 32 bits, eles não têm a mesma capacidade para trabalhar com drivers.
No Linux o problema já não é tão grande (para quem está habituado ao uso), pois o sistema sempre teve uma maior capacidade para a comunicação com itens de hardware. Se você ainda está apenas testando alguma versão do Linux, ou ainda é novato, você provavelmente vai achar tudo muito difícil e não vai achar tão simples fazer o sistema detectar suas placas. Em geral os únicos drivers que o Linux não conseguirá detectar são os das placas de vídeo (como as da AMD ATI e da NVIDIA), ou das placas não muito conhecidas no mercado.
Notebook utiliza drivers diferente?
É raro encontrar componentes de notebooks que possam utilizar os mesmos drivers disponíveis para desktop. O problema aqui reside justamente na grande diferença de tecnologia (e placas) que os notebooks utilizam.
Os computadores comuns têm muito mais espaço para circulação de ar e para armazenar dispositivos extras, já os notebooks, geralmente, vêm limitados a ter os componentes sempre acoplados para esquentar pouco e não ocupar espaço algum, sendo que poucos tem opção para um upgrade.
Devido a isso, os notebooks sempre precisam de drivers diferentes para poder operar corretamente. Salienta-se que os felizes proprietários de notebooks geralmente sofrem menos com drivers, pois as montadoras de computadores portáteis deixam os drivers sempre disponíveis na página, catalogados de acordo com o modelo do notebook.
Mantenha-os sempre atualizados
Uma coisa é certa, as fabricantes de placas e periféricos para computador nunca conseguem criar uma versão definitiva para seus produtos. A culpa nem é das fabricantes, mas sim dos programadores que sempre utilizam novos recursos nos aplicativos, sendo que os drivers das placas não estão habilitados a processar estes recursos. Sendo assim, as fabricantes de itens de hardware sempre estão um passo atrás para poder oferecer um suporte decente ao consumidor.
Não importa qual seja o componente, ter a última versão instalada sempre é o mais recomendável. Ainda que as versões anteriores dos drivers pareçam mais rápidas, a última é a única que oferece total compatibilidade com novos aplicativos e, com certeza, e a única que trará menos dores de cabeça a você.
Não tenha medo!
Falta de drivers corretos parecem — apenas parecem — ser um grande problema, mas tudo depende da sua paciência. É verdade que você não conseguir fazer funcionar uma placa do computador é bem desagradável, mas com um pouco de paciência você encontra os drivers facilmente na página do desenvolvedor. Uma boa dica para não ficar sofrendo toda vez que tiver que reinstalar drivers é ter todos os drivers atualizados (já que os discos que acompanham as placas sempre vêm com versões muito antigas) armazenados em um CD, e assim não evitar as dores de cabeça.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Malditos vírus

Bom por experiência vou passar uma sequência de passos que ajudam a remover o vírus da MBR.

- Primeiramente crie um disco de Boot com Windows 98- Inicializa o computador com o Disco de Boot Criado- No prompt do DOS- Digite Fdisk/MBRO comando acima recria a MBR e com isso as chances de o Vírus ser removido são grandes, existem algums programas que tentam reparar a MBR agora se a trilha zero for destruída fica impossível a utilização dos dados que estavam no HD já que é nesse local onde é armazenado todas informações de localização de dados e endereço do HD. MBR é o nome abreviado de Master Boot Record é o registro principal para gravação no HD. Um HD novo quando é instalado para receber o Sistema Operacional precisa ser formatado e na MBR que é registrado as informações sobre o particionamento do HD.È uma tabela muito importante que contém informações como o endereço inicial e final de cada partição criada, essa e a primeira parte, depois é feita a formatação para que o Windows seja instalado é necessário escolher entre FAT32 ou NTFS, além disso é criado um componente que gerencia o sistema de boot para que o Windows seja iniciado corretamente. Pronto agora vamos passar as informações sobre os vírus que ficam armazenados na MBR e que dão uma tremenda dor de cabeça para serem removidos.Os tipos de vírus existentes:

• Cumuns: a maioria dos vírus encaixam-se aqui. Eles têm a função de infectar programas, aplicativos e outros tipos de arquivos, deixar o PC lento, travá-lo, isso depende da configuração de cada um... são identificados facilmente pelos anti-vírus.

• Curiosidade: Quando vocês executam o anti-vírus para verificar se está tudo em ordem, se tiver algum vírus ele identifica e remove. Mas existem vírus muito poderosos que infectam o próprio anti-vírus quando ele o detecta.

• Stealth: "Invisíveis ao radar". São vírus conhecidos que utilizam uma técnica para não serem detectados pelos anti-vírus.

• Residentes: são vírus que se instalam no vosso computador, e mesmo que consigam removê-lo, ele sempre voltará. Isso ocorre porque deixam "pequenos fragmentos" espalhados, que ficarão residentes no sistema. Esses míseros bytes são suficientes para reconstruir o vírus novamente. Se esse tipo de vírus atacar o servidor de uma empresa, podem começar a chorar. Na maioria dos casos a solução para isso é uma formatação física da unidade infectada.

• MBR ( Master Boot Record): são vírus que atacam a trilha 0 (MBR) e/ou infectam o vosso computador pelo simples facto de serem copiados !!!! Estes são considerados os mais perigosos de todos. E não adianta formatar o computador, ele permanecerá intacto na trilha 0, e automaticamente se instalará de novo.

• Desconhecidos: são vírus recentes, criados há pouco tempo, que ainda não foram parar nos laboratórios de teste das empresas de anti-vírus.•Curiosidade: A cada dia que passa, são criados aproximadamente 20 novos tipos de vírus. Geralmente quem faz isso são pessoas que fazem um mau uso de seus conhecimentos, pelo simples facto de lhes dizerem se são ou não capazes.

• Macro: São muito famosos, pois tiram o sossego dos utilizadores do Word, Excel, Power Point, Acess e Visual Basic. Um documento aparentemente inofensivo pode-se transformar em algo fatal. Varia desde uma simples brincadeira até comandos criminosos. Esses vírus não são executáveis (.EXE ou .COM), as suas extensões são .DOC, .XLS, .TXT, .PPT, MDB, etc. São activados quando vocês abrirem algum desses arquivos nos respectivos programas. Automaticamente irá contaminar o sistema. Conhecidos também como vírus de boot, uma das maneiras de computador ser infectado é através de algum disquete que contém o vírus e quando o computador é inicializado o vírus é copiado para a MBR. Outros podem vir através de documentos do Word através de Macro atacando o arquivo normal.dot.O Vírus W97M/Kilpar após atacar o Word infecta todos os documentos aberto através do arquivo de modelo que já está infectado o normal.dot, depois é criado dois arquivos sendo que um dele um Trojan Cavalo de Tróia que altera o arquivo autoexec.bat, nele e carregado as instruções através das linhas de comandos C:\setver.exe, depois ele se auto apaga. Esse vírus trojan altera o conteúdo da MBR sobrescrevendo com zeros e com isso Sistema Operacional na inicializa, tudo isso é feito após a contaminização no momento em que o usuário reinicia o computador o Trojan faz todo o trabalho. Um código é gravado no setor de boot, ao ser iniciado o mesmo é armazenado na memória do computador ou notebook, é tudo o que é direcionado para a MBR é interceptado pelo vírus. Em muitos casos os sistema operacional não inicialiaza.

OBS: Não adiante formatar as partições, para tentar tirar virus, se este estiver na MBR

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Aula prática laboratório



















Aula prática com a turma. Eita nóis!!!

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