quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Drivers - Efetuando a comunicação entre hardware e software

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009



Os grandes responsáveis pelo funcionamento das placas do computador não são tão assustadores.
Você já deve ter visto a palavra “driver” em muitos lugares, porém nunca soube o que eles realmente são, para que servem e qual a mágica deles. Então afinal, que bicho é esse que sempre complica a vida dos usuários? Definindo de uma forma simples, o driver é um pequeno arquivo que conecta o sistema operacional diretamente com os componentes de hardware do PC.
Por exemplo, se você tem uma placa de vídeo instalada em seu computador, ela precisa se entender com o sistema operacional para poder receber as instruções e processar tudo corretamente; e é justamente isto que o driver faz, uma ponte entre os dois. O driver dá instruções ao sistema operacional, de como o componente físico se comporta e de que forma o sistema deve trabalhar em conjunto para fornecer os melhores resultados a você.
Em placas de vídeo, principalmente, os drivers são indispensáveis, pois as tecnologias (DirectX 10, OpenGL 2.1, PhysX, etc) que as novas placas utilizam para que os games reproduzam efeitos especiais são muito avançadas e precisam de instruções bem detalhadas.

Drivers básicos
Se você parar para analisar, o Windows consegue fazer alguns componentes de hardware funcionar — mesmo que de maneira simples — sem instalar qualquer driver. Na verdade ele consegue essa façanha, graças aos drivers básicos, que nada mais são do que drivers comuns a qualquer placa. Por exemplo, o driver básico (também conhecido como genérico ou padrão) de vídeo, tem instruções pré-estabelecidas que definem que qualquer placa de vídeo suporta a resolução de 640x480 e consegue reproduzir 16 cores.

Sistema Operacional
Cada sistema operacional usa drivers diferentes e é aí que mora o problema, pois os fabricantes raramente criam um arquivo universal para todos os sistemas. Quem acaba tendo o trabalha de ficar procurando por drivers é o usuário, e o maior incômodo é quando não se encontra os drivers na página do fabricante.
Esses problemas que geralmente ocorrem devido à incompatibilidade dos sistemas operacionais e drivers são mais comuns no Windows — pois um driver para o Windows 2000 em geral será diferente do driver par ao Windows XP ou Vista.
Já o Linux é bem diferente, pois por ser um sistema de código aberto, os drivers são facilmente criados por usuários mais experts em programação, e mais, as distribuições de Linux, em geral, vêm capacitadas a utilizar quase que automaticamente qualquer componente dos computadores atuais, sem a necessidade de instalar os tais drivers.
Versão 64 bits
Com o surgimento dos sistemas operacionais de 64 bits, os drivers tiveram de sofrer alterações também. É muito comum haver incompatibilidades quando se utiliza algum sistema de 64 bits, visto que alguns fabricantes de placas e componentes não criaram versões de seus drivers para os novos sistemas (Vista 64 bits e XP 64 bits).

Sistema Operacional
Cada sistema operacional usa drivers diferentes e é aí que mora o problema, pois os fabricantes raramente criam um arquivo universal para todos os sistemas. Quem acaba tendo o trabalha de ficar procurando por drivers é o usuário, e o maior incômodo é quando não se encontra os drivers na página do fabricante.
Esses problemas que geralmente ocorrem devido à incompatibilidade dos sistemas operacionais e drivers são mais comuns no Windows — pois um driver para o Windows 2000 em geral será diferente do driver par ao Windows XP ou Vista.
Já o Linux é bem diferente, pois por ser um sistema de código aberto, os drivers são facilmente criados por usuários mais experts em programação, e mais, as distribuições de Linux, em geral, vêm capacitadas a utilizar quase que automaticamente qualquer componente dos computadores atuais, sem a necessidade de instalar os tais drivers.

Por que sistemas 64 bits precisam de drivers diferentes, sendo que as placas são as mesmas? A resposta é fácil: o sistema se comunica com o dobro de bits com as placas do computador, o que requisita um driver devidamente instruído para tal tarefa. Ainda que os sistemas operacionais de 64 bits consigam executar programas de 32 bits, eles não têm a mesma capacidade para trabalhar com drivers.
No Linux o problema já não é tão grande (para quem está habituado ao uso), pois o sistema sempre teve uma maior capacidade para a comunicação com itens de hardware. Se você ainda está apenas testando alguma versão do Linux, ou ainda é novato, você provavelmente vai achar tudo muito difícil e não vai achar tão simples fazer o sistema detectar suas placas. Em geral os únicos drivers que o Linux não conseguirá detectar são os das placas de vídeo (como as da AMD ATI e da NVIDIA), ou das placas não muito conhecidas no mercado.
Notebook utiliza drivers diferente?
É raro encontrar componentes de notebooks que possam utilizar os mesmos drivers disponíveis para desktop. O problema aqui reside justamente na grande diferença de tecnologia (e placas) que os notebooks utilizam.
Os computadores comuns têm muito mais espaço para circulação de ar e para armazenar dispositivos extras, já os notebooks, geralmente, vêm limitados a ter os componentes sempre acoplados para esquentar pouco e não ocupar espaço algum, sendo que poucos tem opção para um upgrade.
Devido a isso, os notebooks sempre precisam de drivers diferentes para poder operar corretamente. Salienta-se que os felizes proprietários de notebooks geralmente sofrem menos com drivers, pois as montadoras de computadores portáteis deixam os drivers sempre disponíveis na página, catalogados de acordo com o modelo do notebook.
Mantenha-os sempre atualizados
Uma coisa é certa, as fabricantes de placas e periféricos para computador nunca conseguem criar uma versão definitiva para seus produtos. A culpa nem é das fabricantes, mas sim dos programadores que sempre utilizam novos recursos nos aplicativos, sendo que os drivers das placas não estão habilitados a processar estes recursos. Sendo assim, as fabricantes de itens de hardware sempre estão um passo atrás para poder oferecer um suporte decente ao consumidor.
Não importa qual seja o componente, ter a última versão instalada sempre é o mais recomendável. Ainda que as versões anteriores dos drivers pareçam mais rápidas, a última é a única que oferece total compatibilidade com novos aplicativos e, com certeza, e a única que trará menos dores de cabeça a você.
Não tenha medo!
Falta de drivers corretos parecem — apenas parecem — ser um grande problema, mas tudo depende da sua paciência. É verdade que você não conseguir fazer funcionar uma placa do computador é bem desagradável, mas com um pouco de paciência você encontra os drivers facilmente na página do desenvolvedor. Uma boa dica para não ficar sofrendo toda vez que tiver que reinstalar drivers é ter todos os drivers atualizados (já que os discos que acompanham as placas sempre vêm com versões muito antigas) armazenados em um CD, e assim não evitar as dores de cabeça.

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